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Paralisação dos caminhoneiros gera reflexos em setores econômicos.

Ceagesp e transportadoras do Oeste Paulista têm redução em estoques.

Ceagesp e transportadoras do Oeste Paulista têm redução em estoques.
Alguns alimentos podem vir a faltar em mercados se manifesto continuar.

A paralisação dos caminhoneiros já reflete em alguns setores econômicos do Oeste Paulista. Na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) em Presidente Prudente, alguns alimentos estão em falta. Além de que há transportadoras com redução de mercadorias em estoque.

No pátio de uma empresa de transportes prudentina, apenas um caminhão havia chegado durante a manhã desta quarta-feira (25), e como ela faz as linhas de São Paulo e Paraná, é possível que haja prejuízos devido ao bloqueio nas estradas, de acordo com o gerente geral, Émerson César Ferreira Martins.

“Temos que aguardar para ver se vai ter algum acordo e podermos, pelos menos, fazer com que a carga chegue até nossa filial ou a um ponto de apoio mais próximo, para deixar o caminhão parado”, falou.

Na Ceagesp, a maioria dos produtos recebidos saem do Sul do país, e, por isso, muitos caminhões estão presos nos protestos que seguem por diversas rodovias. O gerente Sidney Mauro, que revende legumes e hortaliças, conta que está com o estoque em defasagem.

“Hoje estamos sem repolho, couve-flor e acelga. A cenoura tem poucas unidades no estoque, isto porque, 80% das mercadorias que comercializamos vêm do Paraná, e os caminhões estão bloqueados nas rodovias”, explicou.

As quantidades de batata, cebola e repolho, por exemplo, já são baixas na companhia, e se a greve dos caminhoneiros não chegar ao fim, logo estes alimentos podem faltar, conforme o gerente de entreposto do Ceagesp, Anderson Martins Peres.

“Estamos trabalhando com o estoque da semana passada, mas já diminuiu bastante a quantidade de alguns produtos oriundos do sul e do norte do Paraná. Se persistir esta paralisação, acreditamos que até a próxima sexta-feira [27] possam faltar mais coisas”, ressaltou.

Como muitos lojistas vêm até Presidente Prudente para abastecer os setores de horti-fruti, outras cidades também devem sentir os reflexos da greve, como afirmou o encarregado de um mercado de Martinópolis, Paulo Henrique Soares.

“Vários produtos estão em falta devido a esta greve. Repolho, acelga e jiló, por exemplo, não estou encontrando”, finalizou.

VÍDEO DO SBT Sistema Brasileiro de Televisão

Fonte da Notícia: G1
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