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O homem é a causa da próxima extinção em massa

O processo de extinção em massa na Terra sempre ocorreu por “causas naturais”, de acordo com a maior parte das teorias. Até então, já ocorreram cinco delas e uma sexta estaria em andamento, com uma peculiaridade: nós, os seres humanos, seríamos os culpados. O assunto foi tema de uma edição especial da revista Science em que se tentou avaliar o ritmo da extinção de espécies no planeta terra. De acordo com as teorias mais aceitas, em episódios de extinção em massa, até 96% das espécies de seres vivos do mundo são varridas do globo terrestre. A última delas ocorreu com os dinossauros, exterminados há 65 milhões, quando um meteoro gigante teria caído na atual Península de Yucatán, no México.
Extinção em massa:
O processo de extinção em massa na Terra sempre ocorreu por “causas naturais”, de acordo com a maior parte das teorias. Até então, já ocorreram cinco delas e uma sexta estaria em andamento, com uma peculiaridade: nós, os seres humanos, seríamos os culpados. O assunto foi tema de uma edição especial da revista Science em que se tentou avaliar o ritmo da extinção de espécies no planeta terra. De acordo com as teorias mais aceitas, em episódios de extinção em massa, até 96% das espécies de seres vivos do mundo são varridas do globo terrestre. A última delas ocorreu com os dinossauros, exterminados há 65 milhões, quando um meteoro gigante teria caído na atual Península de Yucatán, no México.

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Agora, a chamada extinção do Antropoceno, tem liquidado pelo menos 322 espécies de vertebrados nos últimos 500 anos. De todas as espécies animais atuais – estimadas entre 5 milhões e 9 milhões –, o mundo perde anualmente entre 11 mil e 58 mil espécies. Em especial tem ocorrido uma redução entre os invertebrados, como os insetos, que são responsáveis por funções elementares do meio ambiente e manutenção de ecossistemas.

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O estudo ainda apontou que enquanto estes frágeis animais somem, a população do planeta praticamente dobrou. Com mais gente, há mais cidades, mais poluição, destruição das matas, sem falar da falta de políticas públicas e uma economia comprometida com a preservação do meio ambiente e das outras espécies que habitam a Terra.

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As Críticas
Algumas vozes se levantaram contra o estudo, alegando que seria díficil presumir uma taxa de extinção no passado quando há somente fósseis como evidência. Desta maneira, nem todas as espécies, ou a quantidade delas, poderia ser calculada a partir dos fósseis. Outro ponto levantado é que a taxa de extinção atual é determinada a partir de pesquisas de organismos vivos. O resultado dessas considerações é que as taxas de extinção no passado poderiam ser suavizadas ao longo de dezenas de milênios, enquanto que as taxas de extinção de hoje representariam um período de tempo menor.

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Fontes: History, Science , Evolution News
Imagem: Google/google.com.br/imagens
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